houvesse tanto entusiasmo ao longo do ano escolar…

com as aulas e em estudar como há com a escolha da mochila, do estojo e dos cadernos e os nossos alunos eram todos geniais.

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ou the danish octo project nasce em 2013 da simples ideia de oferecer a bebés internados em unidades de neonatologia um companheiro de algodão e pequenos tentáculos feito em croché.

oferecer ao bebé um amigo que possa sentir sempre com ele na incubadora durante as longas semanas de espera até poder enfrentar o mundo lá fora!

parece simples e os relatos da experência em unidades de neonatologia são de que este simples boneco consegue de facto acalmar os pequenos neonatos.

faltam as evidências em estudos científicos mas segundo esta notícia a ideia já chegou cá e fico à espera de notícias dos colegas da neonatologia (mesmo dos mais cépticos e até daqueles que possam achar que um boneco pode ser uma fonte séptica)!

bailarico de verão e o fail army

sou da cidade do carnaval.
inerentemente sei de cor os versos da mais linda história do amor do príncipe shah-jahan pela princesa mumtaz mahal mas de nada entendo da conversa do afinal havia outra. quando me perguntam como será o amanhã eu sei dizer simplesmente: responda quem puder! já da ladainha das doce com o amanhã de manhã eu prefiro fugir a sete pés!

cresci na ignorância do fenómeno do bailarico de verão e só nos últimos anos pude viver e conviver de perto com os entendidos. são as festividades que fazem retornar a casa os filhos, os netos e os bisnetos da terra exilados nas cidades. são festas de gente genuína de um portugal profundo que vive para o campo, onde há wi-fi gratuito no café central, mas a maior parte dos clientes prefere jogar à bisca com um traçadinho na mão.

há ali um verdadeiro negócio que envolve bandas que com os seus palcos móveis montados em atrelados de camião, carregados de material de luz e som, em andaimes e gruas, levam a alegria aos mais recônditos lugares por entre ruelas onde mal passam dois carros.

como não sei bailar, nem mesmo às dez pás cinco, fico-me por apreciar os conjuntos. escuto a afinação, procuro falhas no ritmo entre o baixo e a bateria, percebo as movimentações das equipas de som e às vezes até me surpreendo com a qualidade de quem está a tocar ou a cantar.

mais ou menos os alinhamentos das bandas de variedades são sempre os mesmos: alternâncias entre pimba e o pop nacional nas primeiras 2 horas, passando para o pop estrangeiro tardiamente, homenagens a cantores populares portugueses e por fim o rock já de madrugada.

este ano porém assisti a algo que nunca tinha visto. por entre o repertório musical de um qualquer cantor popular português uma das bandas fez uma projecção de vídeos retirados do youtube do failarmy enquanto as moças em palco iam bailando e bailando…

epá deixem-se disso e fiquem-se pelo show que a malta da aldeia esperou um ano inteiro pela festa de verão para ver a banda e dar um passito de dança e juro que já vi muito boa gente a superar o par bailante do Skyscrapers dos ok go!

(para ver essas tretas de gente a cair no chão é só ligar a tv nos canais nacionais)