(vi.indonesia) vou ali e venho já

Voualievenhoja

o tempo desta vez não deu para grandes aventuras como em outras tantas anteriores.

desta vez é sem histórias,
desta vez é sem músicas,
desta vez são só imagens…

ainda assim não podia deixar uma exploração à indonésia para trás.

recorri talvez à maneira mais fácil de descobrir. largar o boneco amarelo do street view ao calhas…

os registos ficam a seguir, simplesmente assim sem lógica ou razão.

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(v.cidade_do_cabo) vou ali e venho já

Voualievenhoja

no canto v estância 40, luís vaz de camões, escreveu de carne e cabelo arrepiado:

Com um tom de voz nos fala horrendo e grosso,
Que pareceu sair do mar profundo:
Arrepiam-se as carnes e o cabelo
A mi e a todos, só de ouvi-lo e vê-lo.

cape town, cidade do cabo será território de tormentas? de esperanças? de epopeias ou sobrevivências?

terá ruas ou lugares de amor?

ainda por lá andará um gigante adamastor, amargurado por tamanha traição de amor? ou serão hoje diferentes as tormentas de quem habita ao sul?

siga!

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(iv.são_petersburgo) vou ali e venho já

Voualievenhoja

Привет, мои друзья (lê-se privet, moi druz’ya)

da russia nem tudo é amor (que o diga o jaime e a tatiana), e se a história do império é feita de sangue derramado e de povo sofrido, a que se seguiu no tempo dos sovietes é provavelmente ainda mais grotesca. mas essa é a história tal como ela aconteceu e nada a pode mudar.

já nós podemos mudar a história das imagens do street view, não esquecendo uma  velha máxima do english russia, porque “qualquer coisa de estranho acontece a todo o instante num 1/6 da superfície da terra”.

e assim sem demora, siga para a capital dos czares, a jóia do império russo, a tão “ocidental” são petersburgo.

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