(vi.indonesia) vou ali e venho já

Voualievenhoja

o tempo desta vez não deu para grandes aventuras como em outras tantas anteriores.

desta vez é sem histórias,
desta vez é sem músicas,
desta vez são só imagens…

ainda assim não podia deixar uma exploração à indonésia para trás.

recorri talvez à maneira mais fácil de descobrir. largar o boneco amarelo do street view ao calhas…

os registos ficam a seguir, simplesmente assim sem lógica ou razão.

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algo deve estar para acontecer no mundo…

porque acordei, liguei a tv e na sic está a dar “o guarda costas”…

agora todos:

AND IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII i AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII UILLLLLLLLLLL ALLLLLWAYYYYYYSSSSSSSSSSSSSS HUHUHUHUHUU HUUUUUUU U LOOOOOOOOVEEEEEEE IUUUUUUUU HUHUHUHU HUHU HUUUUUU

ps: uma nota de louvor às cabeças de leitura de milhares de leitores de vídeo vhs que tiveram que gramar com cassetes do clube de vídeo em 1992…

da coruja

que vai cantando noite após noite no meu hospital,

das noites sem dormir,

dos sons dos alarmes e dos estalidos das máquinas,

disso tudo eu nunca me vou fartar,

já dos toalheiros automáticos que dispensam toalhetes sem ninguém os pedir ou das torneiras automáticas que se ligam sozinhas… disso já estou farto! é desperdício!

ou será que temos um fantasminha brincalhão?

(v.cidade_do_cabo) vou ali e venho já

Voualievenhoja

no canto v estância 40, luís vaz de camões, escreveu de carne e cabelo arrepiado:

Com um tom de voz nos fala horrendo e grosso,
Que pareceu sair do mar profundo:
Arrepiam-se as carnes e o cabelo
A mi e a todos, só de ouvi-lo e vê-lo.

cape town, cidade do cabo será território de tormentas? de esperanças? de epopeias ou sobrevivências?

terá ruas ou lugares de amor?

ainda por lá andará um gigante adamastor, amargurado por tamanha traição de amor? ou serão hoje diferentes as tormentas de quem habita ao sul?

siga!

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